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Controlo Interno e Gestão de Risco

A crescente exigência da sociedade, associada aos riscos macroeconómicos, aos desafios ambientais, regulatórios, tecnológicos, sociais e de equilíbrio de gastos são fatores que conduzem a uma constante evolução das Empresas e à necessidade de criarem sistemas de controlo interno e de gestão dos riscos a que estão sujeitas.

A EPAL, e em particular, o seu Conselho de Administração, dedicam atenção a temáticas como o controlo interno, a gestão dos riscos, a fraude, a transparência da informação e fiabilidade do relato financeiro. Sendo estas preocupações transversais ao grupo AdP, no qual a EPAL se inclui, foi implementado o Sistema de Controlo Interno (SCI), tendo por base a metodologia CUBO do Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway (COSO).

De uma forma geral, o SCI tem como objetivos garantir a fiabilidade do relato financeiro, a gestão e salvaguarda de ativos, a eficácia e eficiência das operações, visando melhorar o desempenho da Empresa e apoiar a tomada de decisão, a prevenção e deteção de fraude, e a conformidade com as leis e os regulamentos aplicáveis.

Este modelo permite uma correlação direta entre os objetivos que a Empresa procura atingir, representados em três categorias – Operação, Reporte e Conformidade, e as cinco componentes – Ambiente de Controlo, avaliação de Risco, Atividades de Controlo, Informação e Comunicação e Monitorização de Atividades, que representam o que é necessário para concretizar os objetivos, na estrutura existente na empresa, conforme figura abaixo.

 Modelo controlo Interno OCUBO

Com o propósito de garantir uma adequada gestão do risco, a AdP – Águas de Portugal adotou a metodologia Framework 2013 (Internal Control – Integrated Framework), publicada pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway (COSO),  sendo esta aplicada a todas as empresas do Grupo AdP, onde se inclui a EPAL. 

A existência de um modelo de gestão do risco empresarial possibilita à EPAL desenvolver uma avaliação integrada do risco e o amadurecimento da sua cultura de risco, permitindo criar uma linguagem comum na definição e conceito de cada risco, a par do alinhamento dos objetivos com os riscos e respetivos controlos em vigor na empresa, por forma a reduzir o risco de perda dos seus investimentos e ativos e ajudar a garantir a fiabilidade das demonstrações financeiras e a conformidade com a legislação e regulamentação.

Segundo a metodologia adotada - Framework 2013, os riscos encontram-se organizados de acordo com uma estrutura de classes e categorias de risco, que abrange várias áreas e vertentes da Organização, conforme esquema abaixo:

modelo controlo interno - classes e categorias - COSO
 


A EPAL está comprometida em identificar, reduzir e controlar os riscos inerentes à sua atividade, através da implementação de medidas e monitorização periódica dos principais riscos, com o objetivo de melhorar a sua capacidade de gerar valor.



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